Ilusões que se decaem
Por: Adna Nunes Souza
Após entrar na faculdade descobre que o mundo que é ensinado na escolinha do primário e na igreja é um universo encantado e que não faz parte do universo real, o que existe é uma sociedade que sobreviver por meio de um contrato em que a coesão social , ” bem comum” são cláusulas desse tratado.
Após entrar na faculdade descobre que o mundo que é ensinado na escolinha do primário e na igreja é um universo encantado e que não faz parte do universo real, o que existe é uma sociedade que sobreviver por meio de um contrato em que a coesão social , ” bem comum” são cláusulas desse tratado.
O contrato social é uma estrutura da qual os humanos são
direcionados desde seu nascimento, assim garantindo a “suposta” sobrevivência e
ordem. A estrutura é imposta desde núcleo familiar, em que há um chefe que
geralmente é o pai ou a mãe, e povo são seus filhos, assim o povo é moldado desde da infância à
obediência civil, é essa que mantem o sistema de castas, em que os mais pobres
sustentam os privilégios dos ricos, portanto, são como um rebanho passivo que obedece
a seu pastor.
A coesão social são padrões apresentados inconscientemente e ao mesmo tempo conscientemente através das informações dadas pelo ambiente, no meio familiar,
escola, igreja, televisão, é o que auxilia que esses indivíduos adequem se as
conversões de maneira instantâneas.
O bem comum é os mais doces das mentiras, é o que embriagam as
mentes e as mantem unidas, é a forma encontrada para disfarçar nossas fraquezas
e ameniza -las e justificar e auxiliar a união das pessoas. O ser humano é
animal tão frágil que precisa se aliar a outro para viver, para conseguir
alimentos, poder, status, reproduzir, para construí o sistema de casta, estrutura em cada classe é mantida por outra ainda maior,
beneficiando principalmente uma minoria.
Esses três regula a competição diária, o contratualíssimo
justifica a meritocracia e ordem, a coesão social explica a cegueira humana, o
bem comum explica o fator das pessoas se unirem para amar ou odiar uns aos
outros e assim gerando a harmonia continua.
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